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    CARDIOLOGIA DE INTERVENÇÃOMINIMAMENTE INVASIVA
Cardiologia deIntervenção

A cardiologia de Intervenção diagnostica e trata patologias do coração na sala de hemodinâmica com catéteres. Os recentes avanços nesta área fazem que possam ser implantadas válvulas aórticas percutânea, isto é sem necessidade de cirurgia.
Os procedimentos mais frequentes:
  Stents
  TAVIs
  Encerramento Apêndice auricular esquerdo
  Mitraclip
  Tratamento da Fibrilhação auricular
RevascularizaçãoCoronária

A doença coronária é uma das principais causas de morte nos países desenvolvidos. Surge quando as artérias coronárias que fornecem sangue ao miocárdio (‘músculo cardíaco’) ficam estreitadas devido à acumulação de colesterol e outras substâncias nas suas paredes, constituindo a placa aterosclerótica. À medida que vai crescendo, impede a normal circulação sanguínea e o miocárdio não obtém o oxigénio e os nutrientes que necessita.

A manifestação clínica mais típica é a dor torácica, designada por angina de peito, que resulta de um défice transitório na irrigação do miocárdio. O enfarte agudo do miocárdio, uma situação clínica mais grave, em que o défice de irrigação é mais prolongado, pelo que resulta na necrose (‘morte’) miocárdica. A abordagem terapêutica depende da gravidade clínica da apresentação.

A angina estável é tratada com fármacos, mas no caso da sua ineficácia ou quando a extensão do miocárdio com compromisso de circulação é significativa, assim como no enfarte agudo do miocárdio, a revascularização coronária é mandatória.

A intervenção coronária percutânea tem demonstrado segurança e eficácia em múltiplos ensaios clínicos, em todas as formas de apresentação da doença coronária.

A revascularização coronária percutânea é realizada através de um cateter introduzido por via arterial radial ou femoral, até às artérias coronárias permitindo a visualização das mesmas através da injecção de contraste. Após a identificação do local da estenose (‘aperto’) coronária condicionada pela placa aterosclerótica, o seu tratamento é possível através do cateter mediante a dilatação do vaso com um balão seguido da implantação de um stent, ou directamente pela implantação de stent.

O procedimento é realizado sob anestesia local para o acesso vascular (artéria radial ou femoral) para a tranquilidade e conforto do doente
TAVI, Válvulasaórticas percutâneas

A estenose (‘aperto‘) aórtica é actualmente a principal valvulopatia do século XXI, afectando milhares de portugueses. É muito frequente nos países desenvolvidos, uma vez que a causa mais comum está associada ao processo degenerativo de ‘envelhecimento’ valvular, Grande parte dos doentes afectados encontra-se acima dos 80 anos.

Na estenose aórtica a válvula fica progressivamente mais rígida, o que dificulta a sua total abertura, criando um obstáculo à saída do fluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo para o organismo.

Na forma grave a partir do momento em que o doente apresenta sintomas, como: síncope (‘desmaio‘) de esforço, angina (‘dor no peito‘) de esforço ou insuficiência cardíaca, a sobrevivência diminui drasticamente. O tratamento passa por substituir a válvula aórtica estenosada por uma válvula artificial, de forma a evitar uma evolução fatal.

A cirurgia é o tratamento clássico, mas mais recentemente foi desenvolvida uma técnica não invasiva que permite a implantação percutânea de uma válvula aórtica artificial, designada por implantação valvular aórtica transcateter (TAVI).
Actualmente, os doentes que poderão ser submetidos a este procedimento apresentam contra-indicação para a cirurgia cardíaca convencional.

A técnica consiste na implantação percutânea de uma válvula artificial em posição aórtica sem necessidade de abrir o tórax ou de recorrer a circulação extracorporal. É realizada, mais frequentemente, através de um cateter introduzido pela artéria femoral até à válvula aórtica. Inicialmente, um cateter com um balão na ponta é posicionado e insuflado ao nível da válvula aórtica estenosada com o objectivo de criar espaço para a nova válvula. De seguida, a válvula artificial é implantada, também através de um cateter, ficando posicionada para dentro da válvula estenosada.

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